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Foi um sucesso a apresentação  da Esquadrilha da Fumaça, no Farol da Barra em Salvador ,no final da tarde deste domingo  . Milhares de pessoas  tiveram a oportunidade de  constatar   toda a  técnica   dos pilotos da FAB, que já encataram platéias do Brasil e do exterior.  Fotos: A Tarde/ João Alvarez e Walter de Carvalho

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Médicos sem fronteiras – A Realidade em Ação

 

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Acabamos de visitar uma tenda dentro do Shopping Iguatemi – Salvador – onde está abrigada a exposição itinerante da Organização Humanitária Médicos sem Fronteiras. 

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a vítimas de catástrofes, conflitos, epidemias e exclusão, entre outros. Em situações onde a esperança já está esquecida, uma luz se acende para iluminar o caminho de volta à dignidade, saúde, sonhos e mudanças para uma vida melhor. Ações como essas são tão importantes para estas pessoas, que parecem esquecidas pelos governos ou vítimas de catástrofes naturais.

O Médicos sem Fronteiras, ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1999 – um reconhecimento à sua luta pela causa (nobre) de apoio humanitário. A maior parte do apoio recebido vem do setor privado e todo dinheiro arrecadado, 82% é utilizado nas ações humanitárias, 6% pagam as despesas administrativas e 12% são gastos em ações de Marketing (como esta exposição por exemplo).

O compromisso da organização para com os doadores é de mater suas atividades e investimentos o mais transparente possível, para ganhar a confiança e continuar sendo merecedor do apoio da sociedade. A organização surgiu com o objetivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade. O MSF fez sua primeira intervenção, na Nicarágua, após um terremoto que devastou o país. Hoje, mais de 22 mil profissionais trabalham com Médicos Sem Fronteiras em mais de 70 países.

 

Nos últimos 30 anos, a organização Médicos Sem Fronteiras tornou-se conhecida mundialmente por seu trabalho em situações de emergência. Entretanto, muitas vezes, MSF permanece junto às populações atingidas mesmo depois de controlados os problemas que motivaram sua presença em determinada região. O trabalho continua na reconstrução de estruturas de saúde, nas atividades de prevenção, nas campanhas de vacinação ou na assistência a refugiados. Com o passar do tempo, Médicos Sem Fronteiras sentiu a necessidade de intervir com projetos de longo prazo, não apenas para atender as situações pós-emergenciais, como também para levar cuidados de saúde a pessoas afetadas pela exclusão social.

 

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Uma outra característica essencial do trabalho de Médicos Sem Fronteiras é tornar público aquilo que observa em campo. Em circunstâncias extremas, MSF entende que   a melhor maneira de proteger a população de desastres humanitários, como genocídios, fome e limpeza étnica, é falar sobre suas motivações políticas e econômicas,      mesmo que esta posição comprometa a presença da organização no país.

 MSF é independente de governos. A maioria dos recursos da organização vem de contribuições privadas, o que permite a MSF atuar com agilidade e independência, e  proporciona a liberdade de que MSF precisa para falar sobre indivíduos, organismos e governos que estejam infringindo os direitos humanos. Essas declarações públicas  são um ato de proteção às populações em perigo que impedem a cumplicidade com os abusos testemunhados pelos profissionais da organização.

A união de intervenção rápida e eficiente com o compromisso de tornar conhecidas as violações de direitos humanos é a forma com que Médicos  Sem Fronteiras responde a guerras mundialmente conhecidas, conflitos ignorados, falência de sistemas de saúde, epidemias mundiais como a  Aids ou doenças negligenciadas como a tuberculose e a malária. Em 1999, o recebimento do Prêmio Nobel da Paz consagrou internacionalmente o  trabalho da organização. É por assumir sua missão como um desafio permanente que Médicos Sem Fronteiras se mantém presente nos 5 continentes, nas regiões mais remotas.

 

 

 

 

 

 

 

 

foto1: Pedro Martinelli
foto2: Marleen Daniels 

Vídeo do Curso Imagens Híbridas que está contecendo em Salvador Bahia.


Estamos aprendendo truques do Photoshop e este vídeo fala sobre Objetos Transparentes. É bem bacana, ótimo para fotógrafos, arte finalistas, designers, etc.

Acabou de iniciar o curso de Imagens Híbridas do Grupo Luz. O curso está acontecendo na Faculdade Hélio Rocha, durante os dias 16, 17 e 18 de Outubro das 9h às 17h.

 

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Hoje, estaremos aprendendo diversas técnicas de iluminação de produto (produtos opacos, iluminação de metalizados, etc), fotografia em Estúdio, Fotos com produção para montagens… etc

Professor Leo, um dos instrutores, fala neste momento sobre tipos de estúdio.

 

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O intúito deste curso é ensinar técnicas e dicas avançadas sobre Fotografia e Photoshop, além de  dar dicas de como desvendar os mistérios da fotografia híbrida com experts no assunto.

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O evento é patrocinado pela Mako e tem como apoiadores e parceiros a Revista Desktop, Mako, Grampel Soluções Gráficas, PhtoproBelém Gráfica e Editora, Dom Bosco, CSB Ploters, Suprimentos e Serviços, entre outros.

Estamos em um mini auditório da Faculdade Hélio Rocha, que é amplo  é confortável, climatizado e excelente para este curso. A Faculdade Hélio Rocha tem  estacionamento próprio, fácil e amplo.

 

Olá pessoal, iremos informá-los sobre todos os temas que serão discutidos durante o Photoshow etapa nordeste , diretamente de Salvador. Será um momento único em que teremos a oportunidade de entrar em contanto, com os maiores mestres da fotografia, que abordarão temas de grande interesse para todos os profissionais da área.

São raras as oportunidades que temos  aqui na Bahia,  de em um único evento, estarmos em contato com  um grupo de profissionais de diferentes áeras de atuação.

Geralmente temos que nos deslocar para outros estados para saber as novidades  e os lançamentos do mercado fotográfico. Por este motivo estaremos lá atentos as novidades e registraremos aqui todas as nossas impressões durante os 3 dias de curso que acontecerão no teatro Jorge Amado .

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Acontece em Salvador, durante os dias 19, 20 e 21 de outubro de 2009,  o maior Congresso de Fotografia da região nordeste.

Durante 3 dias estarão reunidos grandes nomes da fotografia, trata-se do PhotoShow, que tem como objetivo percorrer o país sempre levando grandes nomes que são referência na arte de produzir, retratos, book, casamento, moda, publicidade, etc. Levando técnica e o que há de mais avançado no mercado fotográfico da atualidade.

Dia 19

Evendro Rocha, vai ministrar palestra sobre ensaios fotográficos com noivos, makin-of, locações em estúdios e externas.

Danilo Russo abordará os segredos para a produção de ensaios de moda e publicidade, também vai falar sobre a utilização d eequipamentos, luz adequada a cada tipo de ensaio e a linguagem de cada produção.

Tyno Neves vai descontruir a antigos conceitos de produção de book e mostrar de maneira inovadora e diferenciada a arte de produzir um book perfeito.

Dia 20

Luiz Garrido, uma das maiores referências em retratos do Brasil, vai falar sobre a produção de um bom retrato utilizando técnicas de comunicação e iluminação para tornar o retratado de maneira natural .

Marcia Charbizon, abordará a direção de noivos e como obter angulos e enquadramentos criativos para um segmento  que inova a cada momento.

Diego Rousseaux,  vai ministrar palestra sobre a produção de fotografia de produtos,  composição de luz, técnica  de  ambientação dentre outros temas.

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Altair Hoppe vai abordar o tratamento de  imagens através do sistema  HDR .

Faya vai abordar a direção de modelos

Leandro Nunes vai abordar a luz perfeita para casamentos.

Reinaldo Martins e Fernada Marques vão abordar as novas tendências do fotogjornalismo para casamentos.

O evento será realizado no Teatro Jorge Amado, na Pituba informações 0800600 5622 ou carla@altairhoppe.com.br

“Gasolina em promoção gera congestionamento na manhã de Salvador” – Por Rosimeire Santos e Salete Maso

 

 

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Foto: Salete Maso por IPhone

 

 

Hoje pela manhã, uma fila imensa gerou transtornos na Av. Paralela, ao ponto de precisar a SET e a Polícia Rodoviária Federal organizarem o trânsito da avenida. O motivo foi um protesto que o posto de gasolina com bandeira BR Petrobras, fez contra os altos impostos cobrados pelo Estado. Para isto, o posto resolveu retirar os custos de impostos do valor final do álcool e da gasolina. A gasolina foi vendida a R$1,50 e o álcool a R$1,00 – quando o valor normal na bombas custa R$2,60 em média. A intensão é mostrar para o consumidor quanto dinheiro ele gasta só com a cobrança dos impostos estipulados pelo governo.

 

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Foto: Salete Maso por IPhone

 

   Não teve para todo mundo, apesar da fila imensa e de ter gente desde cedo aguardando o posto abrir, cada veículo só podia abastecer com 10 litros.

 

  Uma atitude para elogiarmos, já que os jovens empresários propietários do Posto de Gasolina  encontraram uma forma pacífica e justa de denunciar os abusivos impostos pagos no país.

 

 

 

 

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Foto: Salete Maso por IPhone

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Foto: Rosimeire Santos por IPhone

 

“Sim, nós podemos!”,

 

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Assim disse o nosso presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, quando do seu discurso em defesa do Brasil, como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Voltando um pouco atrás, quando da candidatura de Lula à presidência da República no ano de 1989,  Fernando Collor de Mello ganhou as eleições. Muitos apostaram, os que acreditaram que seria possível ter um presidente como Lula e achavam que esta seria a “mudança” que precisávamos para tornarmo-nos um país mais justo, mais igual. Mas quem realmente decidiu, não pensava assim.

Lula não desistiu. Continuou lutando e ACREDITANDO. Em 2002, Lula finalmente tornou-se o Presidente da República do Brasil. Muitos disseram, agora sim, tudo vai ser diferente. Outros torceram o nariz e duvidaram muito que Lula fosse capaz de levar o País adiante, após o advento do real implantado por Fernando Henrique. Mas Lula continuou acreditando que sim, eu posso. E pôde, o Brasil continua crescendo, com seus problemas internos ainda no percalço, com a crise batendo a porta a todo momento. Estamos ainda passando pela crise, e entre trancos e barrancos, estamos sobrevivendo. Mas muitos acharam que não conseguiríamos. Sei que ainda pode ser muito cedo para cantar vitória, mas preferi usar o lema de Lula, ainda que plajeado.

“Sim, nós podemos” passar por esta crise e quem sabe crescermos muito mais agora. Assim prefiro continuar acreditando, pois Lula apostou todas as fichas e até  hoje ele pôde ir muito mais longe.

Somos sede das Olimpíadas de 2016!!! Lula acreditou, apostou, e arrancou qualquer favoritismo direcionado para outras candidatas. Mais uma vez, muita gente não acreditou e até descredenciou a possibilidade remota de sermos capazes de sediar um evento de tamanha importância e tão complexo como um evento olímpico. Mas vou continuar levando no coração o lema de Lula – “Sim, nós podemos” e vamos fazer bonito.

Acredite Brasil, vamos muito mais longe!! Assim como Lula, vamos fechar com chave de ouro. Lula, que poucos acreditaram, apostaram ser possível. Ele pôde, porque acreditou nele mesmo, buscou o Pan e trouxe, buscou a Copa e trouxe, buscou as Olimpíadas e trouxe e encerra seu mandato forte, popular, vencedor. Parabéns Lula. Queremos que o Brasil seja tão grande quanto você. Queremos que o Brasil acredite tanto, como você acreditou na sua capacidade de SER.

Encerro este post dizendo: ” Sim, nós PODEMOS porque nós SOMOS”.

E que venham as Olimpíadas de 2016. Parabéns Brasil!!

 

 
Salete Maso

 

 

Abaixo anexei vearios vídeo sobre as Olimpíadas de 2016 inclusive o vídeo da canditatura de Madri. Acompanhe:

 

Vídeo da Campanha de 20016 – Brasil:

 

 

Vídeo com informações técnicas para a Candidatura do Rio de janeiro como cidade sede:

 

 

 

Outros vídeos:

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1134644-7824-OLIMPIADAS+CLIPE+DA+APRESENTACAO+DA+CANDIDATURA+DO+RIO,00.html

 

 

Vídeo de Madri:

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1134760-7824-OLIMPIADAS+CLIPE+DA+APRESENTACAO+DA+CANDIDATURA+DE+MADRI,00.html

 

O Curso de Políticas e Gestão Culturais foi desenvolvido para proporcionar a estudantes e profissionais o aprofundamento de temas e conceitos-chave acerca do campo cultural no Brasil contemporâneo, sob a perspectiva das políticas e gestão culturais. Seus principais objetivos são:

  1. Contribuir para a formação e o aperfeiçoamento de profissionais e estudantes do campo cultural;
  2. Promover a compreensão de conceitos-chave sobre políticas e gestão culturais na atualidade brasileira;
  3. Estimular o desenvolvimento de uma visão crítica acerca dos dilemas e desafios das políticas e gestão culturais;
  4. Possibilitar o conhecimento de experiências e abordagens diversas desenvolvidas em diferentes estados do país.

As aulas serão ministradas por tema. Por dia serão apresentados dois temas, um pela manhã e outro pela tarde. Cada tema possui um professor/especialista responsável. Somente os alunos que comparecerem a, pelo menos, oito aulas terão direito ao certificado.

O curso acontece no Auditório Orlando Moscozo, Edifício Sede do Sebrae, Rua Horácio César nº 64, Largo dos Aflitos, Centro, Salvador- Bahia.

 O Palacete das Artes Rodin Bahia, juntamente com a Fundação Pierre Verger, Cultures France, Aliança Francesa de Salvador e Secretaria de Cultura da Bahia, apresenta a exposição De um Mundo ao Outro – Pierre Verger nos anos 30. Considerado um dos melhores fotógrafos da identidade franco-brasileira, a exposição reúne o trabalho de artistas que influenciaram a entrada de Pierre Verger no mundo da fotografia. De um Mundo ao Outro – Pierre Verger nos anos 30 expõe em fotos, documentos e vídeos do grande momento de transição pessoal e profissional do fotógrafo, além de revelar imagens e documentos do próprio Verger e de artistas da época que tiveram influência artística e pessoal na vida do francês, tais como: Pierre Boucher, que foi o responsável pela iniciação de Verger na fotografia, René Zuber, Emeric Feher e Maurice Baquet. Onde: Palacete das Artes Rodin Bahia, na Rua da Graça e na Aliança Francesa Quando: até 18 de outubro, terça a domingo das 10h às 18h (Palacete das Artes Rodin Bahia) e segunda a sábado das 8h30 às 21h e domingos e feriados das 14h às 21h (Aliança Francesa de Salvador).

Após grande repercussão na Bienal  de Veneza em 2007, a instalação  cuide de você , da artista francesa Sophie Calle, também causou um impacto muito forte  em todos que visitaram a  exposição no Sesc Pompéia em São Paulo no início de julho de 2009. 

A exposição  que  faz parte das comemorações do Ano da França  no Brasil,  chega a Salvador e poderá ser vista, no Museu de Arte Moderna da Bahia a partir do dia 22 de setembro.

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Foto: Edoard Fraipoint/Itaú Cultural
A Sala dos Procurados, 2008 | Alan Campos

 Alan Camposs  receber uma carta  cujo teor era o  rompimento de um relacionamento amoroso e que terminava com a frase  “cuide-se,” sem  saber como reagir  a essa situação,  resolveu seguir o conselho de uma amiga e transformou em arte  o acontecimento.  Gravou em vídeo várias  pessoas lendo a mensagem e fazendo comentários  acerca da situação vivida por ela,  esse material que compõe a instalação que já emocionou milhares de pessoas seguramente repetirá o sucesso em Salvador.

O projeto pretende levar 1500 pessoas ao TCA, em Salvador. No palco, uma arquibancada recebe convidados, parentes e amigos da atração da noite. Os artistas que são acostumados a shows para multidões, em cima de trios elétricos ou em grandes casas pelo mundo afora, terão a oportunidade de cantar e contar suas histórias, para uma plateia menor, além de apresentar músicas que marcaram as suas vidas.

A primeira convidada do projeto é a cantora Margareth Menezes. Dona de uma trajetória singular na MPB, Margareth saiu da Bahia, pela primeira vez, em 1989, levada pelas mãos do líder da banda Talking Heads, David Byrne. Hoje Margareth é consagrada em todo o Brasil e uma das maiores cantoras do carnaval baiano.

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - Aos 72 anos, o diretor José Celso Martinez Corrêa diz não ter medo da morte, mas que gostaria de viver por muito tempo. Com o desejo de ter sua obra reconhecida ainda em vida – e não de virar nome de rua depois de morrer -, ele confessa que ultimamente se emociona com facilidade. Na década de 1980, em Brasília, Zé Celso gravou um vídeo bradando os versos do samba de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, que dizia “se alguém quiser fazer por mim, que faça agora”. A partir de hoje, o diretor e fundador do grupo de teatro Oficina tem seu pedido atendido, com a Ocupação Zé Celso, exposição no Itaú Cultural, em São Paulo, que divide com o público toda sua trajetória.

Com 12 espaços cenográficos, a mostra aborda praticamente a vida inteira do diretor, já que traz fotos inéditas de Zé Celso ainda bebê até uma conversa que ele teve na semana passada pelo Skype com a curadora Elaine César. Além disso, um ambiente é formado com cerca de mil anotações feitas por Zé Celso durante seu processo criativo. ?Ninguém vai ver tudo. Existe um excesso proposital, porque o Zé é um excesso. Ninguém consegue acompanhá-lo por inteiro. Existem mil Zés Celsos?, diz Marcello Drummond, ator do Teatro Oficina há mais de 20 anos, e um dos curadores da mostra.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ocupação Zé Celso. Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149. Tel. (011) 2168-1776. 10 h/21 h (sáb. e dom. até 19 h; fecha 2.ª). Grátis. Até 6/9.

As obras representam a grande diversidade de materiais, técnicas e estilos identificados na produção artística do continente africano, com obras provenientes do Golfo do Benim, Benim e Nigéria, República dos Camarões, Centro-Sul da África, Akan de Gana, Costa do Marfim/Libéria, Savana/Sahel, Guiné e Guiné-Bissau.

Segundo Daniel Rangel, diretor de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, a influência da estética africana pode ser encontrada em diversos segmentos da chamada Indústria Criativa. “Tanto nas artes, quanto na moda, design, música, esporte e ciência, a África está presente. Desde Picasso, com seu estilo cubista, passando por diversos artistas modernos e, sobretudo, contemporâneos, dos europeus aos americanos do sul e do norte, a África é uma forte referência”, afirma Rangel.

De acordo com historiador, Ademir Ribeiro Junior, que há três anos se dedica à pesquisa desta coleção, a grande maioria das obras é do século XX e atestam a perpetuação de religiosidades, tradições, conhecimentos e modos de ver o mundo. “É possível notar que arte africana não é estática e que os artistas africanos, apesar de muitas vezes conformados ao estilo étnico, possuem criatividade e determinação. Nas peças expostas, essa dinâmica fica mais evidente, pois vemos materializados na arte os efeitos das transformações sociais contemporâneas”, comenta.

No momento em que chegaram à Bahia, as 1076 peças não estavam inventariadas, não tinham dados sobre sua origem, nem data de produção. Por esse motivo, um intenso processo de pesquisa e catalogação foi iniciado, com andamento até os dias atuais. Portanto, a composição das obras apresentadas em Sete Áfricas resulta de um universo já pesquisado e identificado, o que para a diretoria de Museus marca um novo momento nesta história, um recomeço, assim como o número 7, na simbologia africana. “Hoje, entendemos que a coleção será nosso elo com a África, a fim de revelar a produção, os valores estéticos e a evolução artística do continente africano”, explica.

Para o diretor, além de apresentar esta estética, a exposição Sete Áfricas atualiza o imaginário coletivo sobre a arte africana. “As obras expostas revelam o trabalho extremamente rebuscado dos artistas africanos. Muitas deles, com características extremamente contemporâneas. Esperamos aos poucos contribuir para fazer esta ponte, entre a Bahia e a África atual, através de exposições que nos ajudam a refletir sobre o passado, atualizam nossa memória e servem como um referencial para a construção do futuro.”

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La Fundación Dalí adquiere el primer retrato que el pintor hizo de Gala La pieza fue adquirida en una subasta en la sala Sotheby’s de Nueva York por 540.000 dólares (378.000 euros) ELPAÍS.com – Barcelona – 28/07/2009 Vota Resultado 24 votos La Fundación Gala-Salvador Dalí ha adquirido la obra ‘Gala’, un retrato que podría ser el primero que el pintor ampurdanés hizo de su musa Gala. La obra, presentada hoy por el director del Teatro-Museo Dalí, Antoni Pitxot, y la directora del Centro de Estudios Dalinianos, Montse Aguer, fue adquirida en una subasta en Nueva York por 540.000 dólares, unos 378.000 euros.

Retrato de Gala

La noticia en otros webs webs en español en otros idiomas Enlaces relacionados Kalipedia: Fotogalería de Dalí www.kalipedia.com La obra, que data de 1931, es un retrato fotográfico de Gala, minucioso, en collage y lleno de detalles. Dalí, a partir del humo de un cigarrillo, integró su iconografía de ese momento y que repite en sus pinturas de los años 1929 a 1931 como el pájaro, la figura del gran masturbador, la ardilla y las hormigas, que acompañan a una Gala representada con una larga cabellera. Pitxot describió la obra como “una pieza extraordinaria, una gran miniatura, una pequeña joya hecha sobre lo que parece una tarjeta de felicitación de los años 20 y que está llena de misterios”. Además, el director aseguró que el marco que envuelve a Gala, de estilo pseudomodernista, le recuerda a un espejo que tenían Dalí y Gala, en el cual el pintor se inspiró en más de una ocasión. El director destacó la importancia que tiene esta obra ya que marca el punto en el que Dalí decide convertir a Gala en su musa. Gala ya había sido musa de su anterior marido, el poeta Paul Éluard. “Ser musa de dos artistas de renombre tiene su mérito”, comentó Pitxot, quien añadió que “algo tendría Gala para que tanto Éluard como Dalí se fijaran en ella”. A partir de este momento, concretó Pitxot, Dalí se entregó a la presencia de Gala: “La pintura era una declaración de intenciones”. Además, en la parte inferior de la pintura puede leerse ‘pour l’oliveta Salvador Dalí 1931′. Oliveta (oliva pequeña) era uno de los apelativos que utilizaba el maestro para llamar cariñosamente a su mujer. Teatro Museu Dalí de noche Esta obra, juntamente con la recién adquirida ‘Bañistas des Llaner’, serán los principales reclamos para la reapertura nocturna del Teatro-Museo Dalí. Este será la XVIII edición del Museo de Noche, que permitirá, un año más, visitar el museo de Figueres del 1 al 31 de agosto de las 22 horas a la 1 de la madrugada. La entrada, que tendrá una tarifa única de 12 euros, estará restringida a 500 personas. Aguer resaltó que la “visita nocturna permite descubrir y disfrutar de la obra y el pensamiento del genio e incrementa su carácter excepcional”. Durante la visita nocturna, que es libre, se proyectan audiovisuales sobre Dalí en los patios interiores del museo.gala

Fonte : El Pais

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Brasil, Rusia, India e China formam um dos blocos mais importantes da atualidade o BRIC,  e se reunirão dia 15 de junho na Rússia, para debater a crise mundial que afeta a maioria dos países.  

Juntos estes paises representam 23% do PIB mundial e  somam 40% da superfície terrestre.

Os gigantes territorialmente falando, discutirão uma  maior participação do grupo nas decisões  mundiais, participação no Conselho de Segurnça da ONU, restruturação do sistema de comércio, a utilização de armas nucleares e a utilização do dólar como moeda de reserva. 

Leia a matéria na íntegra.


La conjura de los países emergentes

 

SOLEDAD GALLEGO-DÍAZ – El Pais

Uno de los organismos internacionales informales más importantes del mundo es el llamado BRIC, que reúne a Brasil, Rusia, India y China (las iniciales dan nombre al grupo), y que se ha convertido en uno de los centros de debate más interesantes. Los líderes de los cuatro países, que se reunieron por primera vez en mayo de 2008, volverán a encontrarse mañana en Yekaterimburgo (Rusia).

Uno de los organismos internacionales informales más importantes del mundo es el llamado BRIC, que reúne a Brasil, Rusia, India y China (las iniciales dan nombre al grupo), y que se ha convertido en uno de los centros de debate más interesantes. Los líderes de los cuatro países, que se reunieron por primera vez en mayo de 2008, volverán a encontrarse mañana en Yekaterimburgo (Rusia). No se esperan acuerdos espectaculares ni el anuncio de un programa común, pero sí un decisivo intercambio de opiniones.

Los BRIC, que representan la mitad de la población mundial, el 23% del PIB y más del 40% de la superficie de la Tierra, quieren aprovechar la crisis para organizar un sistema internacional que deje mucho más margen de maniobra que el actual para alternativas y experimentos sociales y políticos, explicó a EL PAÍS Roberto Mangabeira Unger, ministro brasileño de Asuntos Estratégicos, que acaba de participar en Moscú en una reunión preparatoria de la cumbre de junio.

Los cuatro países del BRIC reclaman un mayor protagonismo en las decisiones mundiales y coinciden en una agenda de cinco puntos, en la que destaca el debate sobre el dólar como moneda de reserva; el papel de organismos como el G-20 y el propio BRIC; la reestructuración del régimen mundial de comercio; garantías para la seguridad, con una reconsideración del papel del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, y que la agenda de no proliferación nuclear sea paralela a nuevas conversaciones sobre desarme.

En la reunión de Moscú participaron, además de Mangabeira, el secretario del Consejo de Seguridad de Rusia, general Nikolái Pátrushev; Dai Bingguo, uno de los cuatro miembros del Consejo de Estado de China, y el consejero de Seguridad de India, K. M. Narayanan. Los cuatro países mantienen discrepancias en temas fundamentales, como la posición de la Organización Mundial del Comercio (OMC) respecto al proteccionismo agrícola, que India y China defienden a capa y espada para proteger su agricultura familiar, mientras que los intereses de Brasil, gran exportador de alimentos, por ejemplo, van claramente en la otra dirección. Aún así el acercamiento de posiciones en los cinco puntos mencionados supone una de las grandes novedades mundiales y la reunión de junio está despertando un extraordinario interés en todos los círculos políticos internacionales.

Aunque el papel del dólar es uno de los temas más llamativos de la agenda BRIC, los otros cuatro también son fundamentales:

Organizaciones internacionales. Formalizar algunas de las surgidas fuera de la estructura de la ONU, como el G-20, el G-8+5 o el BRIC. Ninguno de esos organismos debe, ni puede, ser comparado con el antiguo “tercermundismo” o “no alineados”, fundamentalmente porque tres de ellos son potencias nucleares y por su enorme poderío humano y territorial.

 

Revisión de las normas del comercio internacional. Los BRIC temen que en nombre del libre comercio se les impongan fórmulas rígidas y que se considere que los que se oponen a esas normas son contrarios al libre comercio, lo que no es cierto. Por ello, parecen más interesados en la estructura del GATT, mucho más minimalista que la OMC.

 

Garantías de seguridad. Uno de los temas más delicados de la agenda internacional. El único sistema actual es el de Naciones Unidas, pese a todos sus problemas y carencias. Pero cuando EE UU y sus aliados creen que su interés nacional está amenazado y que la ONU no les da la respuesta esperada, reaccionan actuando por fuera de la organización. Lo que se estudia no es tanto cómo impedirlo, que se considera inevitable, sino cómo hacerlo “más caro”, cómo aumentar el precio político a pagar por salirse del sistema. No evitaría acciones unilaterales, pero haría que se recapacitara más antes de adoptarlas. En este capítulo, figura el debate sobre la ampliación de los miembros del Consejo de Seguridad.

Desarme nuclear. De los cuatro miembros del BRIC, Brasil es el único que no tiene armamento nuclear, que ha renunciado a tenerlo y que insiste en el desarme. Brasil pelea por mantenerse en la vanguardia de esta investigación, para que quede claro que, si no tiene armas atómicas, es porque no quiere y no como consecuencia de un déficit tecnológico.

La cumbre de Yekaterimburgo tratará también de iniciativas para organizar el mercado de biocombustibles y de cómo trabajar conjuntamente en este campo en los países de África. Los BRIC rechazan las políticas ambientalistas que consideran imposición de los países más ricos, pero están dispuestos a discutir seriamente sobre políticas de desarrollo sostenible.

¿Qué hacer con el dólar?

 

Una de las “grandes preocupaciones” de los BRIC (Brasil, Rusia, India y China) es el papel del dólar como única moneda mundial de reserva, según explica el ministro brasileño de Asuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger. El tema es especialmente delicado y nadie quiere contribuir a episodios de volatilidad de la moneda norteamericana, especialmente China, que tiene grandes reservas de dólares y que no desea ver devaluada esa divisa. “A veces, se compara al dólar con el antiguo patrón-oro, pero no es cierto, porque el dólar depende de las políticas monetarias del Gobierno de Estados Unidos, y lo que resulta preocupante es que esas políticas puedan afectar al resto del mundo”, dice Mangabeira.

Los cuatro países admiten que el problema no se podrá resolver a corto plazo, aunque el debate está claramente planteado: los BRIC buscan otro sistema, alternativo al dólar, pero no están dispuestos a aceptar la sustitución de esa divisa por el euro ni por ningún sistema global que implique un banco al estilo del Banco Central europeo. Es decir, no están interesados en una autoridad monetaria global con poderes discrecionales. Se interesan más bien en una cesta de monedas de reserva o en un sistema de derechos especiales de giro, como los del Fondo Monetario Internacional, pero con poderes muy limitados por parte del emisor.

En este camino cobran especial significación acuerdos bilaterales como los firmados recientemente entre China y Brasil a fin de que el comercio entre los dos países no pase por el dólar sino que se realice en las monedas nacionales, con un sistema de compensación que mantienen los dos bancos centrales. Un paso, consideran en Brasil, en la “experimentación” y “las alternativas” que debe permitir el nuevo orden internacional. La iniciativa ha sido acogida con mucho interés en Rusia.

 

Microsoft cedió ante la presión de la Comisión Europea. El gigante informático dio un paso atrás en su política y anunció ayer que la nueva versión de Windows se venderá en Europa sin el navegador. Hasta ahora la compañía defendía que este programa era una parte integral de su sistema operativo (que hace funcionar el 90% de los ordenadores personales).

 

 

 

 O Lançamento da  Semana Cultural Portugal Salvador, foi magnífico. O espaço, Hotel Pestana Convento do Carmo, pertencente ao Grupo Pestana, dispensa elogios. Um vinho de sabor suave e ao mesmo tempo marcante, Adega Cooperativa de Borba, foi um dos apoiadores do evento e claro, nos brindou com o seu sabor durante a festa.

Artistas como Edgar OlivaSérgio Rabinovitz e Bel Borba - este aliás, assina o rótulo desta edição do Vinho Borba – foram alguns dos homenageados presentes na festa, que contou com a presença de Lazzo Matumbi, a primeira dama Fátima Mendonça, entre outros.

Este evento, marca o início de uma série de acontecimentos para fortalecer o intercâmbio Cultural entre Portugal e Salvador, compromisso assumido entre a Prefeitura de Salvador e Portugal, muito bem levado adiante e com competência pelo Instituto Cultural Lusófono, sediado em Salvador. Infelizmente, ainda hoje, a cultura é muito pouco apoiada pelos empresários, governo e sociedade. Em um evento de tamanha importância poucas foram as marcas que entraram com o apoio e patrocínio na intenção de levar o projeto adiante. Menos ainda as marcas brasileiras marcaram presença. 

Com toda a certeza, Salvador tem muito a ganhar em manter intercâmbio cultural com quaisquer países, pois necessitamos enriquecer o nosso conhecimento, abrir os nossos horizontes e conhecer novos artistas e seus trabalhos. Imagine Portugal, país este, que fala tanto dos brasileiros através dos seus casarios, azulejos isso sem falar na forte influência gastronômica que sofremos nos nossos pratos. Com certeza, os outros países têm muito a ganhar com a presença dos nossos artistas, da nossa gastronomia tão deliciosamente misturada com tantas outras iguarias vindas de todos os cantos do mundo e que generosamente aceitamos em nossos pratos. Esta troca de conhecimentos e sabedorias já deveria estar sendo mantida ha muito tempo, a exemplo de tantos outros intercâmbios que já são mantidos em outros espaços, outros eventos.

Temos todos que assumir uma postura mais reponsável, não apenas reclamar que as coisas não são feitas, mas agir para que as coisas sejam feitas. Agir  para levar cultura para os locais mais distantes, mostrar a nossa arte, a nossa sabedoria, a nossa história. Sim, a nossa história, antes que ela se perca. Pois os jovens hoje já não conhecem mais a história do seu País, do nosso País. E como saberão contar a deles? Será que vai existir algum azulejo em pé para contar? Será que eles vão saber diferir um azulejo português, que tão bravamente resiste nas paredes dos antigos casarões  do Centro Histórico  de um azulejo pintado pelo artista de rua em apenas alguns minutos?

E os empresários, o que têm a dizer sobre isto? Ah, esqueci! Estão preocupados com a crise e os incentivos do governo que ainda não saíram.

Vamos minha gente, vamos parar de reclamar e arregaçar as mangas para fazer a cultura acontecer e a melhor forma de fazer isto, é abrindo as mãos para apoiar eventos com propósitos de disseminar a cultura. Pois o SACCHARUMBA está chegando.

 

Autor: Salete Maso

 

Assista no link abaixo, entrevista concedido pelo Cônsul de Portugal na Bahia, à Produtora Maso Image Concept.

 

 

 

Jenner Augusto, 

 

Estes dias, folheando alguns jornais passados, me deparei com uma arte que me chamou a atenção. O meu conhecimento sobre técnicas e histórias de artistas, não passa de observar uma arte e perceber que me passa algum sentimento, alguma lembrança, coisas assim.

A obra Flagelados de Jenner Augusto, me tocou profundamente, talvez por estar em contato diariamente com pessoas de rua – mesmo através do vidro do carro – talvez por assistir os noticiários que estampam a seca do Nordeste. Mesmo triste, o tema escolhido pelo artista, a obra tem uma beleza, um movimento. Traços que se desmancham, mas ao mesmo tempo, se tornam fortes pelas expressões e olhares dos retratados. Lindo. Poético. 

 

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Existe uma série do pintor intitulada  Alagados, mais conhecida do público que aprecia arte. Esta fase foi concebida mais ou menos na metade da década de 50 e inspirou até Carlos Drumond de Andrade:

” Jenner Augusto sob o céu de chumbo / Sob o céu violeta / Lê o horóscopo das criaturas / Que nos Alagados / Morrem sem viver”

- Poema homônimo.

O próprio Jenner Augusto falou do seu sentimento nesta fase, dizendo que “buscava um lugar que fosse menos proclamado pelo turismo, algo que me permitisse descobrir uma linha que eu procurava, que era uma linha de horizontes” – disse.

Outra Obra magnífica, é o quadro Usina-da-Preguiça”, que revela sua inspiração na paisagem urbana de Salvador.

 

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Jenner Augusto da Silveira (Aracaju11 de novembro de 1924 — Salvador2 de março de 2003) foi um pintor brasileiro. Realizou sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro em 1950, época em que conheceu Portinari. Em 1956, conquistou Medalha de Ouro no VI Salão Baiano de Belas Artes. Em 1963, recebeu o grande prêmio de pintura do III Salão de Artes Plásticas do Rio Grande do Sul. Em 1965 realizou sua primeira exposição individual em São Paulo, na Galeria Astréia.

 

 

Autor: Salete Maso

Fonte de Pesquisa: Jornal A Tarde e Wikipedia

O Artista polonês  Frans Krajcberg, radicado desde a década de 70 na Bahia, assinou um contrato, com secretário de cultura Marcio Meireles, em que concede ao estado da Bahia o direito de usufruto de sua obra. A obra do arstista aborda   questões ambientais.

Combatente do Exército Soviético durante a 2ª Guerra Mundial, viveu algum tempo na Alemanha depois do conflito, tendo estudado entre 1945 e 1947 na Academia de Belas Artes de Stuttgart como aluno do célebre Willy Baumeister.

Emigrando em 1948 para o Brasil, fixou-se inicialmente em São Paulo, exercendo nessa cidade humildes ofícios, como os de pedreiro e faxineiro, antes de se tornar ajudante de montagem da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Reflexos da guerra

Nesses primeiros anos da permanência no Brasil praticava uma pintura influenciada pelo Cubismo e pelo Expressionismo, estribada num desenho sintético e numa paleta baixa, na qual predominavam cinzas e terras.

Suas figuras e naturezas-mortas davam prova de um despojamento vizinho da pobreza, característica explicável, talvez, pela dura realidade do imediato pós-guerra.

Até 1952 Krajcberg permaneceu em São Paulo, efetuando nesse último ano sua primeira individual, no Museu de Arte Moderna.

Florestas e árvores

Mudando-se logo em seguida para o interior do Paraná, onde viveria até 1956, Krajcberg afastou-se do circuito das artes, perdendo o convívio com os artistas mais atuantes.

Se esse era um fator contra, havia, porém, outro a seu favor: o contato com a natureza retemperou sua visão e afinou seus instrumentos de trabalho.

Desse mergulho prolongado no hinterland paranaense, surgiram-lhe em 1956 e 1957 as séries Florestas e Arvores, ainda tão medularmente expressionistas.

Relendo a paisagem

Já aqui, contudo, não se está diante da produção de um artista que busca representar a natureza, mas sim de alguém que parte da obobservação da natureza para superá-la, para interpretá-la em termos unicamente pictóricos.

Conquistando em 1957 o prêmio de Melhor Pintor Nacional na 4ª Bienal de São Paulo, transfere-se para o Rio de Janeiro, residindo nessa cidade até 1958, quando passa a alternar sua vida entre Paris e Ibiza, nas Baleares, com constantes retornos para reciclagem ao Brasil (Rio de Janeiro, Minas Gerais e, posteriormente, Bahia).

Atraído pela escultura

Tivesse permanecido nos puros limites da pintura, ainda assim Krajcberg seria mesmo assim nome de extraordinária importância no cenário artístico nacional, um dos expoentes do Expressionismo Abstrato.

A estrutura bidimensional da pintura, entretanto, limitava seus horizontes e, a partir de uma primeira experiência em 1962, com as terras naturais de Ibiza, o artista sentiria a crescente necessidade de ampliar seus horizontes.

A intenção primeira era abandonar o bidimensionalismo do plano pictórico, substituindo-o pelo tridimensionalismo do relevo ou da escultura.

A partir daí, foi,aos poucos, reformulando a própria idéia de representação ou de interpretação da Natureza, pela sua apropriação.

Alcançando a maturidade

Numa de suas vindas ao Brasil, em 1964 – logo após ter conquistado na 32ª Bienal de Veneza o Prêmio Cidade de Veneza -, Krajcberg visitou Itabirito, efetuando então aquele que seria o passo decisivo de sua carreira artística.

A partir desse instante pode-se dizer ter atingido Krajcberg sua maturidade como artista, produzindo admiráveis gravuras em relevo e esculturas pintadas, nas quais utiliza pedras, árvores, raízes e os mais diferentes materiais de origem mineral e vegetal.

«A minha preocupação – diz ele – é penetrar mais a natureza. Há artistas que se aproximam da máquina, eu quero a natureza, quero dominar a natureza. Criar com a natureza, assim como outros estão querendo criar com a mecânica.

«Não procuro a paisagem mas o material. Não copio a natureza. Sinto que hoje a gente foge cada vez mais da natureza. Estamos cada dia mais afastados dela por causa da mecanização.»

A cidade e o campo

Krajcberg, que desde 1973 mantém um ateliê permanente em Nova Viçosa, no litoral sul da Bahia, é sem sombra de dúvida, dentre os artistas brasileiros contemporâneos, um dos raros que trouxeram uma contribuição pessoal ao desenvolvimento da arte contemporânea.

Suas exposições têm sido numerosíssimas, em cidades como Paris, Oslo, Milão, Jerusalém, Roma, Ibiza etc., destacando-se a série que realizou em 1975, primeiro em Paris, no Centre National d’Art Contemporain, e em seguida em diversos museus provinciais de França.

Mas, embora acostumado ao ambiente das grandes cidades, Krajcberg parece dar preferência à vida simples interiorana, e assim é que, em suas freqüentes temporadas no Brasil, tem efetuado viagens com longas permanências na Amazônia (1974, 1978, 1980) ou no pantanal matogrossense (1984-85).

Naturalismo integral

Da permanência amazônica entre junho e setembro de 1978, em companhia do pintor Sepp Baendereck e do crítico de arte francês Pierre Restany, surgiria o Manifesto do Rio Negro – Naturalismo Integral, revelador de um novo conceito de Naturalismo.

O manifesto parte da da constatação de que “no espaço-tempo da vida de um homem, a Natureza é a medida de sua consciência e de sua sensibilidade”, para chegar à certeza de que “a natureza original deve ser exaltada como uma higiene da percepção, e um oxigênio mental: um naturalismo integral, gigantesco catalisador e acelerador das nossas faculdades de sentir, pensar e agir”.

 

Texto: Rosimeire Santos
Fonte: cd –rom –500 anos de pintura brasileira

 

À partir do próximo dia 8 de junho, os soteropolitanos terão a oportunidade, de apreciar o que há de melhor na música,  nas artes plásticas e na gastronomia portuguesa.  

A Semana Cultural  Portugal em Salvador, têm como  intúito  aproximar   Salvador de Portugal, através da  cultura, artes plásticas e gastronomia, mostrando sobretudo  um Portugal,  moderno e dinâmico.  

O  evento  que reunirá no Hotel Convento do Carmo,  região do centro histórico da cidade,  artistas  e  chefes de cozinha renomados, além de boa comida e degustação de pratos típicos e bom vinho.

Acompanhe a programação 

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